O retorno de X-Men ’97 ao Disney+ ainda não tem data oficial, mas já ganhou um reforço de peso: a série animada dividirá seus mutantes em quatro categorias de combate. A estratégia surge após os eventos explosivos que destruíram o Asteroide M no fim da primeira temporada, espalhando heróis em diferentes linhas temporais.
Com Apocalypse como grande ameaça, a produção aposta em uma formação versátil que inclui brucutus de curta distância, especialistas em ataques de longo alcance, reforços turbinados por tecnologia e nomes impossíveis de rotular. O objetivo é garantir sequências de ação que mesclem força bruta e tática, elevando o fator caos que tanto agradou aos fãs.
Quatro estilos definem a guerra contra Apocalypse
A temporada coloca os X-Men clássicos – como Ciclope, Wolverine e Tempestade – lado a lado com integrantes de equipes derivadas, a exemplo de X-Force e X-Factor. Segundo a produção, cada grupo se encaixa em um de quatro estilos: Brawler, Ranged Attacker, Tech-Enhanced e Miscellaneous.
Essa divisão permite combinações inusitadas quando os mutantes enfrentarem versões alternativas de Apocalypse em cenários espalhados pelo tempo. A aposta da Marvel é entregar batalhas imprevisíveis e coreografias que destaquem o potencial de cada poder mutante.
Brawlers assumem a linha de frente
Wolverine, Fera, Vampira, Noturno, Wolfsbane e Psylocke formam o núcleo Brawler. Eles confiam em força física, velocidade e, no caso da canadense de garras de adamantium, muito descontrole. Como tanques naturais, funcionam como escudo vivo para colegas mais frágeis durante as investidas.
Entre socos, chutes e absorções de energia, é esse grupo que costuma abrir caminho até os Cavaleiros de Apocalypse. A promessa é de lutas corpo a corpo que explorem ao máximo a animação fluida e o tom mais maduro que a série adotou desde a estreia.
Ataques à distância ampliam o campo de batalha
Se o confronto exigir recuo estratégico, o posto é dos Ranged Attackers: Ciclope, Tempestade e Jean Grey lideram investidas com rajadas ópticas, tempestades monumentais e telecinese esmagadora. Personagens como Polaris, Jubileu, Mancha Solar e Destrutor reforçam o pelotão com explosões de pura energia.
A sinergia entre o trio principal promete ser o diferencial. Enquanto Ciclope controla linhas de fogo, Tempestade altera clima e visibilidade, e Jean Grey finaliza com ataques mentais. O resultado deve ser o tipo de espetáculo visual que mantém a audiência grudada à tela, algo essencial para o algoritmo do Discover.
Imagem: Divulgação
Tecnologia e habilidades híbridas entram em cena
Em outra ponta, Bishop, Forge e Cable carregam armamentos futuristas e próteses de última geração. Os três vieram de cronologias devastadas, o que justifica o arsenal pesado que carregam e a familiaridade com viagens temporais – detalhe crucial para a temporada.
Além de atirarem primeiro e perguntarem depois, esses Tech-Enhanced podem consertar ou criar equipamentos em pleno combate. A versatilidade garante suporte logístico, manobras de distração e, claro, poder de fogo extra contra o vilão imortal.
Mutantes fora de qualquer classificação
Nem todo personagem cabe em uma caixinha. Morph, Homem-Múltiplo, Anjo Arcanjo e Professor X representam essa ala “Miscellaneous”. Juntos, eles oferecem estratégias que vão de infiltração com mudança de forma a duplicação ilimitada de soldados, passando por voo afiado e coordenação telepática.
A mistura de talentos incomuns deve criar reviravoltas dignas de quadrinhos, especialmente quando aliados inesperados surgirem. Caso a Marvel precise de elenco extra no cinema, já há rumores sobre 12 atores favoritos para viver os X-Men no MCU, o que mantém a conversa aquecida entre animação e live-action.
Vale a pena ficar de olho?
Com quatro estilos de combate bem definidos, viagens temporais e uma ameaça clássica, X-Men ’97 temporada 2 tem tudo para agradar veteranos e novatos. A equipe do HeroesBrasil segue de olho nas novidades da animação, que promete elevar o padrão de ação mutante no streaming.
