Witch Hat Atelier ainda nem chegou às telas, mas já domina as conversas do público fã de animes. Entre teorias e artes de fãs, uma dúvida recorrente envolve a idade de dois bruxos centrais da história: Qifrey e Olruggio.
Kamome Shirahama, criadora do mangá, respondeu a essa curiosidade num Space do X (antigo Twitter) em 2021. O detalhe parecia perdido no tempo, porém voltou a circular com força agora que o anime, produzido pelo estúdio Bug Films, está programado para 2025.
Faixa etária dos protagonistas adultos
Shirahama explicou que Qifrey e Olruggio estão “no fim dos vinte, início dos trinta”. A declaração coloca os dois na mesma geração, apesar da aparência contrastante: cabelos brancos e rosto jovem no caso de Qifrey; barba cheia e olhar cansado para Olruggio.
Para a comunidade de Witch Hat Atelier, o número exato varia entre 28 e 30 anos. A autora nunca cravou a idade em páginas do mangá, mas pistas narrativas sustentam esse intervalo, como o tempo de estudo em Beldaruit e a experiência exigida para ocupar seus atuais cargos em um atelier.
Nascimentos revelados em calendário especial
Em 2021, a edição de colecionador do Volume 7 trouxe um calendário contendo as datas de aniversário de grande parte do elenco. Qifrey celebra em 19 de novembro, enquanto Olruggio sopra velas em 20 de setembro, separação de pouco menos de dois meses.
Essa proximidade reforça a tese de que ambos cresceram juntos durante o treinamento. Também explica a camaradagem — e as constantes discussões — sobre como lidar com regras impostas pelos Cavaleiros Moralis, a polícia mágica do universo criado por Shirahama.
Como a idade afeta a dinâmica com os aprendizes
Tão importante quanto a idade dos mentores é a distância geracional em relação às bruxinhas Coco, Agott, Richeh e Tetia. A autora estipulou que as quatro têm entre 10 e 12 anos. Agott, nascida em 8 de julho, foi a primeira aluna de Qifrey, o que a torna provavelmente a mais velha do grupo.
Imagem: Divulgação
Já Tetia, que faz aniversário em 9 de outubro, demonstrou menos domínio de magia em situações críticas, sugerindo ser a caçula. A diferença de quase duas décadas entre mestres e discípulas intensifica a relação de tutela, ponto-chave da narrativa e motor de conflito, como visto no caos gerado durante o ataque de dragão retratado no capítulo “Meetings in Kalhn”.
Expectativa para o anime de 2025
Os detalhes de idade estão longe de ser mera trivia. Eles ajudam a moldar expectativas sobre a adaptação animada, que promete reproduzir o elaborado sistema de magia baseado em runas e tintas. A escalação de dubladores famosos, como Natsuki Hanae na voz de Qifrey, aumenta o hype.
Em tempos de adaptações que enfrentam dúvidas criativas — caso da futura série de Mass Effect na Amazon —, Witch Hat Atelier surge com um norte bem definido fornecido pela própria autora. No HeroesBrasil, essa segurança criativa é vista como diferencial para atrair tanto leitores veteranos quanto novos espectadores.
Witch Hat Atelier vale a pena acompanhar?
Para quem busca fantasia detalhada, sistema de magia lógico e personagens multi-geracionais, Witch Hat Atelier se mostra forte candidato a destaque de 2025. A clareza sobre a idade de Qifrey e Olruggio apenas reforça a construção de mundo meticulosa que conquistou fãs no mangá e agora migra para o anime.
