Quando Tony Stark advertiu a equipe em Vingadores: Era de Ultron de que “lá em cima” estava o verdadeiro fim de jogo, poucos levaram a frase ao pé da letra. Anos depois, a próxima grande produção da Marvel Studios, Avengers: Doomsday, prova que o bilionário tinha motivos para perder o sono.
Marcado para chegar aos cinemas em 18 de dezembro de 2026, o longa apresenta Doutor Destino como responsável por uma crise que supera a invasão de Thanos e ameaça realidades inteiras. A informação surge dos próprios diretores Joe e Anthony Russo, que voltam ao MCU para narrar a nova catástrofe.
O aviso de Tony Stark e a origem do medo
Desde o primeiro Vingadores, Stark convivia com a ideia de um inimigo “desconhecido e inevitável”. O ataque dos Chitauri reforçou o pressentimento, e Wanda Maximoff só aumentou sua paranoia ao mostrar visões apocalípticas em Era de Ultron. Para tentar se precaver, ele criou o programa Ultron, erro que quase custou o planeta.
Mesmo após sacrificar a própria vida em Avengers: Endgame, o personagem deixou outra frase marcante: “Mexer com o tempo faz o tempo mexer de volta”. Segundo os Russo, essa reflexão se conecta diretamente aos eventos de Avengers: Doomsday, alimentando a teoria de que as viagens temporais dos heróis abriram caminho para Destino.
Quem é o vilão de Avengers: Doomsday
Doutor Destino, desta vez interpretado também por Robert Downey Jr., surge como antagonista capaz de corroer linhas temporais inteiras. Ao contrário de Thanos, que eliminou metade da vida para “equilibrar” o universo, Victor Von Doom tem ambições bem mais amplas: controlar ou destruir múltiplas realidades, inclusive a Terra-616.
Ainda sem enredo detalhado, rumores apontam que o vilão procura “seres-âncora” — filhos de heróis com potencial cósmico. A cena pós-créditos de The Fantastic Four: First Steps mostrou Destino atrás de Franklin Richards, e o marketing de Doomsday já confirma a presença de Thor e Love, além do recém-apresentado filho de Steve Rogers.
Impacto no futuro dos heróis e possíveis reforços
Colocar crianças em perigo é motivação suficiente para reunir veteranos do MCU e novos rostos. Especula-se que o filme inclua heróis de outras franquias, como os X-Men clássicos, repetindo o crossover que fãs aguardam há anos. Essa possível formação pode lembrar as listas históricas de equipes, a exemplo dos primeiros Novos Vingadores já avaliados por HeroesBrasil.
Imagem: Ana Dumaraog
Além disso, a ameaça multiversal abre espaço para conexões com outras produções, inclusive projetos curiosos como o retorno de Masters of the Universe. Ainda que nada seja oficial, a Marvel costuma surpreender quando o assunto é cameos inesperados.
Como seria o filme com Homem de Ferro vivo
Se Stark tivesse sobrevivido a Endgame, seu conhecimento sobre viagens no tempo talvez amenizasse a crise multiversal. Ele poderia supervisionar a nova geração, evitar brechas temporais e estabelecer contato inicial com universos paralelos, como a Terra-828 do Quarteto Fantástico.
Sem a inteligência estratégica do bilionário, a supervisão de realidades ficou restrita a nomes como Doutor Estranho e Loki. A ausência de Tony pode explicar por que os heróis parecem pegos de surpresa, reforçando o peso dramático da trama.
Vale a pena ficar de olho em Avengers: Doomsday?
Para quem acompanha o MCU desde o início, Avengers: Doomsday promete unir nostalgia e escala inédita, explorando o maior medo de Tony Stark enquanto coloca Doutor Destino no centro do caos. Com elenco extenso, retorno dos irmãos Russo e consequências multiversais, o filme surge como marco obrigatório na saga e reforça o compromisso da Marvel em manter suas apostas cada vez mais altas.
