Antes mesmo de a nova série de Harry Potter da HBO apresentar a geração Z aos lendários Marotos, fãs continuam debatendo quem, afinal, era o mais poderoso do quarteto formado por James Potter, Sirius Black, Remus Lupin e Peter Pettigrew.
A polêmica ganha força sempre que relembramos que três deles retornam com força total na trama de O Prisioneiro de Azkaban. Enquanto o spin-off tão sonhado segue só no campo dos desejos, vale revisitar livros e filmes para medir a real força mágica de cada um.
Quem são os Marotos e por que importam tanto
Nos corredores de Hogwarts, o grupo autointitulado “Marauders” deixou marca permanente. James e Sirius eram estrelas da escola, Remus sofria com a licantropia, e Peter, à primeira vista, parecia apenas seguir a onda. Juntos, mapearam passagens secretas, viraram animagos e inspiraram a geração de Harry.
O peso dramático cresce quando lembramos que a amizade ruiu de forma trágica: Pettigrew traiu Lily e James, entregando o casal a Voldemort. Esse desfecho dramático rende discussão até hoje, tal qual o recente embate de bilheterias entre Mortal Kombat II e O Diabo Veste Prada 2, mostrando como rivalidades antigas ainda mexem com o público.
Peter Pettigrew: o elo fraco que enganou todo mundo
Colocado na quarta posição, Pettigrew está longe de ser um mago inofensivo. Aprendeu magia avançada o suficiente para virar animago por conta própria, algo que muitos bruxos experientes jamais executam. Como rato, escondeu-se 12 anos na forma de “Perebas”, proeza que exige controle alto de transfiguração.
Mesmo assim, sua covardia pesou mais que o talento. A escolha por Voldemort ocorreu por puro instinto de sobrevivência. Apesar disso, é bom lembrar que Peter foi capaz de eliminar 12 trouxas com um único feitiço explosivo e, anos depois, ainda matou Cedrico Diggory. Faltou, porém, a coragem que o Chapéu Seletor enxergou quando o mandou para a Grifinória.
Remus Lupin: o estrategista equilibrado
Terceiro colocado, Lupin nunca se tornou animago por já carregar o fardo de ser lobisomem. Ainda assim, mostrou domínio absoluto em Defesa Contra as Artes das Trevas e se provou professor querido – feito que poucos alcançam em Hogwarts.
Imagem: Sim Gallagher
Nos grandes duelos da saga, sobreviveu ao Departamento de Mistérios, à Torre de Astronomia e ainda liderou o comboio dos Sete Potters, mesmo com veteranos como Kingsley Shacklebolt no time. Seu fim heroico na Batalha de Hogwarts não diminui a lista de feitos, mas o coloca atrás dos dois colegas que, nos livros, sempre foram descritos como gênios naturais.
James Potter x Sirius Black: disputa pelo topo
No segundo lugar aparece James Potter. Além de excelente voador e animago, o pai de Harry era mestre em Poções e Transfiguração. A habilidade de conjurar um patrono corpóreo – um cervo, assim como o filho – ilustra seu nível. Ele ainda enfrentou Voldemort três vezes antes de morrer, algo que apenas um punhado de bruxos pode dizer.
Sirius Black, porém, leva a coroa. Enquanto estudante, já dominava magia não verbal, encantos complexos e se destacava em duelos. Na fase adulta, derrotou Antonin Dolohov e, não fosse um instante de distração no Ministério, poderia ter vencido Bellatrix Lestrange. A soma de talento bruto, criatividade e resistência emocional o coloca meio passo à frente do grande amigo.
Vale lembrar que, em HeroesBrasil, a discussão sobre rankings de poder sempre rende tanto engajamento quanto o sucesso recente de Greenland 2: Migration na HBO Max, mostrando como listas e comparativos instigam a comunidade geek.
Vale a pena revisitar a saga para tirar suas próprias conclusões?
Para quem quer decidir por conta própria, nada substitui reler os livros ou maratonar os oito filmes. O material original entrega nuances que qualquer lista, inclusive esta, pode deixar escapar. Afinal, cada duelo, feitiço ou decisão revela facetas diferentes dos Marotos – e do universo mágico inteiro.
